2-Arthur e a Cidade Proibida - Luc Besson.pdf

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"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando
por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo
nível."
LUC BESSON
arthur
e a cidade proibida
Baseado na idéia original de Celine GARCIA
volume 2
e-Pub e Mobi formatados por:
Susane Paz
SUMÁRIO
capítulo 1
capítulo 2
capítulo 3
capítulo 4
capítulo 5
capítulo 6
capítulo 7
capítulo 8
capítulo 9
capítulo 10
capítulo 11
capítulo 12
capítulo 13
capítulo 14
capítulo 15
capítulo 16
capítulo 1
O sol se pôs no horizonte aos poucos, como se desejasse dispensar
as pessoas do calor. Ele sabia que ninguém suportaria suas chamas ardentes
durante um dia inteiro.
Alfredo, o cachorro, abriu um olho. Uma pequena brisa alertara-o
de que a temperatura estava finalmente suportável. O cão levantou devagar,
espichou as patas, saiu da sombra que encontrara a um canto do jardim e foi
procurar um pedaço de grama fresca para marcar território. Ele quase escolheu
um dos ângulos da casa, mas, de tanto marcá-lo, o canto já estava amarelado
fazia muito tempo.
Um jovem falcão, empoleirado no topo da alta chaminé,
observava as redondezas. Ele parecia não temer o calor nem ninguém. Nem
mesmo o cachorro, que passava pelo jardim com as patas pesadas, ainda cheio
de sono.
A ave de rapina acompanhou-o com seu olhar aguçado. Foram
apenas alguns segundos, mas o suficiente para perceber que aquela presa era
grande demais para ele. Perdendo o interesse, virou a cabeça para o lado e
começou a procurar outra vítima.
A casa também sofrera durante todo o dia com os ataques do
verão, e as portas de madeira e as telhas estalavam sem parar. Eram estalidos
secos, regulares, como notas musicais embaladas pelo sol.
Nesse dia o sol incomodara todo o mundo, e já era tempo de ele se
deitar.
Como se quisesse avisá-lo de que a hora de ir dormir chegara, o
falcão deu um pequeno grito, rouco e forte, um grito desagradável que acordou
vovó.
Vovó adormecera em cima do sofá, no meio da sala.
É bem verdade que, com o frescor da sala e o tique-taque
hipnótico do grande relógio de pêndulo, era praticamente impossível resistir à
chamada da sesta. E, se acrescentarmos os dois grilos que tagarelavam sem
parar, qualquer pessoa dormiria até de noite.
Mas o falcão despertara vovó. Ela abriu os olhos sobressaltada,
atrapalhando-se um pouco com a capa de algodão que protegia o encosto do sofá
e que ela deveria ter puxado para se cobrir enquanto dormia.
Vovó voltou aos poucos para a realidade. Ela recolocou a capa de
algodão no lugar, como se desejasse apagar qualquer vestígio daquela sesta
imprevista. Como se adormecer naquelas circunstâncias fosse obra do
inconsciente.
Isso fez com que ela se lembrasse das circunstâncias atuais e de
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